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domingo, 12 de maio de 2013
Sabemos que nunca estamos livres de problemas em nossa jornada neste mundo. Muitos desses problemas chamam outros problemas, muitas lutas chamam outras lutas e até mesmo pecados que chamam outros pecados, esta é a nossa vida limitada enquanto estamos neste corpo mortal. O bom é desviarmos desses "buracos" que muitas vezes nós mesmos somos os responsáveis.
Devemos sempre diante dos abismo ou crateras que surgem em nosso caminho dizer como o salmista: ..."Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." v.11b . Ande pelo caminho certo que não tem nenhuma CRATERA, este caminho nos dará vitórias e de fato, chegaremos salvos ao nosso destino, este caminho é JESUS.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
PARA ESTARMOS CERTOS, TEMOS DE PENSAR CERTO

O que pensamos quando estamos com liberdade para pensar sobre o que queremos ser — é isso que somos ou logo seremos.
A Bíblia tem muita coisa para dizer acerca dos nossos pensamentos; o evangelismo atual não tem praticamente nada para dizer sobre eles. A razão por que a Bíblia fala tanto deles é que os nossos pensamentos são vitalmente importantes para nós; a razão por que o evangelismo fala tão pouco é que estamos reagindo exageradamente contra as seitas do "pensamento", como as do Novo Testamento, da Unidade, da Ciência Cristã, e outras semelhantes. Estas seitas fazem os nossos pensamentos ficarem muito perto de tudo, e nos opomos fazendo-os ficar muito perto de nada. Ambas as posições são erradas.
Os nossos pensamentos voluntários não só revelam o que somos; predizem o que seremos. A não ser aquela conduta que brota dos nossos instintos naturais básicos, todo o nosso comportamento é precedido pelos nossos pensamentos e deles se origina. A vontade pode vir a ser serva dos pensamentos, e, em elevado grau, mesmo as nossas emoções seguem o nosso pensar. "Quanto mais penso nisso. mais louco fico", é como o homem comum o coloca, e ao fazê-lo, não somente relata com precisão os seus processos mentais, mas também paga inconsciente tributo ao poder do pensamento, O pensamento instiga o sentimento, e o sentimento dispara a ação. Assim fomos feitos, e bem que podemos aceitá-lo.
Os Salmos e os Profetas contêm numerosas referências ao poder que o reto pensamento tem de inspirar sentimento religioso e de incitar a conduta certa. "Considero os meus caminhos, e volto os meus passos para os teus testemunhos". "Enquanto eu meditava ateou-se o fogo: então disse eu com a própria língua. . ." Vezes sem conta os escritores do Velho Testamento nos exortam ã aquietar-nos e a pensar em coisas elevadas e santas como fator preliminar para a correção da vida ou uma boa ação ou um feito corajoso.
O Velho Testamento não está sozinho em seu respeito pelo poder do pensamento humano, poder outorgado por Deus. Cristo ensinou que os homens se corrompem por seus maus pensamentos, e chegou ao ponto de igualar o pensamento ao ato: "Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela". Paulo recitou uma lista de fulgentes virtudes, e ordenou: "Seja isso o que ocupe o vosso pensamento".
Estas citações são apenas quatro das centenas que poderiam fazer-se das Escrituras. Pensar em Deus e em coisas santas cria uma atmosfera moral favorável ao crescimento da fé, bem como do amor, da humildade e da reverência. Pelo pensamento não podemos regenerar os nossos corações, nem eliminar os nossos pecados, nem mudar as manchas do leopardo. Tampouco podemos com o pensamento acrescentar um côvado à nossa estatura, ou tornar o mal bem, ou as trevas luz. Ensinar isso é representar falsamente uma verdade bíblica e usá-la para a nossa própria ruína. Mas, pelo pensamento inspirado pelo Espírito, podemos ajudar a fazer de nossas mentes santuários purificados em que Deus terá prazer em habitar.
Referi-me num parágrafo anterior aos "nossos pensamentos voluntários", e usei as palavras de propósito. Em nosso jornadear através deste mundo mau e hostil, ser-nos-ão impostos muitos pensamentos de que não gostamos e pelos quais não temos simpatia moral. As necessidades da vida podem compelir-nos por dias e anos a abrigar pensamentos em nenhum sentido edificantes. O conhecimento comum do que fazem os nossos semelhantes produz pensamentos repugnantes à nossa alma cristã. Estes necessariamente nos afetam, mas pouco. Não somos responsáveis por eles, e eles passam por nossas mentes como um pássaro cruzando os ares, sem deixar rastro. Não têm efeito duradouro em nós porque não são propriamente nossos. São intrusos mal recebidos pelos quais não temos amor e dos quais nos livramos tão depressa quanto possível.
Quem quiser verificar sua verdadeira condição espiritual pode fazê-lo notando quais foram os seus pensamentos nas últimas horas ou dias. Em que pensou quando estava livre para pensar no que lhe agradasse? Para o quê se voltou o íntimo do seu coração quando estava livre para voltar-se para onde quisesse? Quando o pássaro do pensamento foi posto em liberdade, voou para longe como o corvo, para pousar sobre as carcaças flutuantes ou, como a pomba, circulou e voltou para a arca de Deus? Ê fácil realizar esse teste, e, se formos sinceros conosco mesmos, poderemos descobrir não só o que somos, mas também o que vamos ser. Logo seremos a suma dos nossos pensamentos voluntários.
Conquanto os nossos pensamentos instiguem os nossos sentimentos, e assim influenciem fortemente as nossas vontades, é contudo certo que a vontade pode e deve ser senhora dos nossos pensamentos. Toda pessoa normal pode determinar aquilo em que vai pensar. Naturalmente, a pessoa aflita ou tentada pode achar um tanto difícil controlar os seus pensamentos, e mesmo enquanto se concentra num objeto digno, pensamentos insensatos e fugidios podem fazer travessuras sobre a sua mente, como vivos relâmpagos numa noite de verão. Tendem estes a ser mais molestos do que perniciosos e, no final das contas, não fazem muita diferença, sejam isto ou aquilo.
O melhor meio de controlar os nossos pensamentos é oferecer a mente a Deus em completa submissão. O Espírito Santo a aceitará e assumirá o controle dela imediatamente. Depois será relativamente fácil pensar em coisas espirituais, especialmente se treinarmos o nosso pensamento mediante longos períodos de oração diária. Praticar longamente a arte da oração mental (isto é, falar com Deus interiormente, enquanto trabalhamos ou viajamos) ajudará a formar o hábito do pensamento santo.
A.W. Tozer
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O BRASIL TEM CARÁTER OU KARATÊ?
Karatê é uma arte marcial Japonesa que significa: “Mãos Vazias”; KARA: Vazio; TE: Mão. Já caráter é o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade é inerente somente à uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. Sabendo o significado dos termos quero fazer uma mesclagem das palavras e aplicar na situação atual do Brasil. O nosso país se encontra de mãos vazias em relação ao caráter. Mãos vazias no que se refere ao amor, a verdade, bondade, justiça, lealdade, fidelidade, e paz. Por outro lado, o Brasil se encontra com as mãos cheias de desgraça, maldade, ódio, infidelidade, desarmonia, trambicagens e jeitinhos brasileiros. Até aonde o Brasil vai ficar de mãos vazias a respeito do caráter e da verdade? Até aonde o Brasil vai ficar sem levar a palavra de Deus a sério? Se o Brasil continuar assim, será sempre um país de “mãos vazias” e não de caráter.
"Eu espero que eu sempre possua firmeza e virtude suficientes para manter o que eu considero o mais invejável de todos os títulos, o caráter de um homem honesto." (George Washington)
"Eu tenho um sonho de que um dia meus quatro filhos vivam em uma nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pelo seu caráter."
"O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real." (Abraham Lincoln)
Veja o que diz o profeta Miquéias sobre a sua nação
Que desgraça a minha! Sou como quem colhe frutos de verão na respiga da vinha; não há nenhum cacho de uvas para provar, nenhum figo novo que eu sinto desejo.
Os piedosos desaparecem do país; não há um justo sequer. Todos estão à espreita para derramar sangue; cada uma caça seu irmão com laço.
Com as mãos prontas para fazer o mal, o governante exige presentes, o juiz aceita suborno, os poderosos impõem o que querem; todos tramam em conjunto.
O melhor deles é como espinheiro, e o mais correto é pior que uma cerca de espinhos. Chegou o dia anunciado pelas suas sentinelas, o dia do castigo de Deus. Agora reinará a confusão entre eles.
Não confie nos vizinhos; nem acreditem nos amigos. Até com aquela que abraça tenha cada um cuidado com o que diz.
Pois o filho despreza o pai, a filha a se rebela contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os seus próprios familares.
Mas, quanto a mim, ficarei atento ao Senhor, esperando em Deus, o meu Salvador, pois o meu Deus me ouvirá. (Miquéias 7:1-9)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Corrupção Nacional

Mas odeiam o bem e amam o mal; arrancam a pele do meu povo e a carne dos seus ossos.
Aqueles que comem a carne do meu povo, arrancam a sua pele, despedaçam os seus ossos e cortam-no como se fosse carne para a panela,
um dia clamarão ao Senhor, mas ele não lhes responderá. Naquela tempo ele esconderá deles o rosto por causa do mal que eles têm feito.
Assim diz o Senhor aos profetas que fazem o meu povo desviar-se; quando lhes dão o que mastigar, proclamam paz, mas proclamam guerra santa contra quem não lhes enche a boca:
Por tudo isso a noite virá sobre vocês, noite sem visões; haverá trevas, sem adivinhações. O sol se porá para os profetas, e o dia se escurecerá para eles.
Os videntes ficarão envergonhados, e os adivinhos constrangidos. Todos cobrirão o rosto porque não haverá resposta da parte de Deus".
Mas, quanto a mim, graças ao poder do Espírito do Senhor, estou cheio de força e de justiça, para declarar ao Brasil a sua transgressão, e ... o seu pecado.
Ouçam isto, vocês que são chefes da descendência Brasileira, governantes da nação do Brasil, que detestam a justiça e pervertem tudo o que é justo;
que constroem O Brasil com derramamento de sangue, e Brasília com impiedade.
Seus líderes julgam a troco de suborno, seus sacerdotes ensinam por lucro, e seus profetas adivinham em troca de prata. E ainda se apóiam no Senhor, dizendo: "O Senhor está no meio de nós. Nenhuma desgraça vai nos acontecer".
Por isso, por causa de vocês, a nação será arada como um campo, Brasília se tornará um monte de entulho, e a colina do Senado, um matagal.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Por que as coisas ruins acontecem se Deus é bom?

Em nosso país todos os dias, acredito que alguém levante essas questões, pois muitos acidentes acontecem. Muitas pessoas levantaram questões com a tragédia do vôo da Air France, e da última tragédia das enchentes ocorrida em Santa Catarina. Todos os dias acontecem tragédias ao redor do mundo, e o questionamento levantado é o mesmo, porque as coisas ruins acontecem se Deus é bom?
Hoje, enfrentamos a realidade do mal moral (que é cometido por agentes morais independentes, incluindo coisas como a guerra, o crime, a crueldade, o conflito de classes, a discriminação, a escravidão, a limpeza étnica, homens-bomba e outras injustiças) e do mal natural (que inclui terremoto, enchentes, furacões e outros equivalentes). Deus é bom e Todo-Poderoso e, apesar disso, o mal existe. Em razão de o mal existir e de não poder ser conciliado com um Deus bom e Todo-Poderoso, muitas pessoas escolhem simplesmente a total rejeição da crença em Deus.
David Hume, H. G. Wells e Bertrand Russel, proeminentes pensadores, pertencem a esse grupo. Hume, de maneira sucinta, defendeu isso quando escreveu sobre Deus: "Ele quer evitar o mal, mas não é capaz? Então, Ele é impotente. Ele é capaz, mas não quer fazer isso? Então, ele é sádico. Ele é capaz e quer: então por que motivo o mal existe?" Se existe um Deus — Ele tem de ser totalmente bom e Todo-Poderoso —, assim há questionamentos quanto às atrocidades, como as que Hitler cometeu, o assassinato de seis milhões de judeus, que nunca deveriam ter acontecido.
Os cristãos, com certeza, concordam o que Hitler fez com os judeus foi um horrendo e inescrupuloso crime. Mas a categorização das ações de Hitler como mal faz surgir um importante ponto filosófico. Conforme muitos pensadores observam, se alguém afirma que o mal existe no mundo, primeiro, deve perguntar-se qual o critério adotado para julgar que alguma coisa é má. Como é possível julgar que determinadas coisas são boas ou más? Por qual padrão moral de devem avaliar pessoas e eventos?
Robert Morey, apologista cristão, explica desta maneira: Como você reconhece o mal quando o vê? Por meio de que processo você reconhece o mal? [...] Minha visão — como Sócrates, muito tempo atrás, já demonstrou — é a seguinte: para fazer a distinção entre indivíduos bons e maus deve-se ter um [padrão] universal ou absoluto. Uma vez que se admita isso, então,
O resultado final diz que, sem um ponto de referência infinito para o 'bem', a pessoa não pode identificar o bem nem o mal. Apenas Deus pode esgotar o significado ilimitado de bem. Portanto, sem a existência de Deus, não há 'mal' nem 'bem' em um sentido absoluto, pois tudo é relativo (muitos afirmam). O problema do mal não nega a existência de Deus. Na verdade, ele a exige.
O ponto, portanto, é que é impossível distinguir o mal do bem, a menos que se tenha um ponto de referência ilimitado do que é absolutamente bom. Caso contrário, seria como alguém que estivesse em um bote no mar, em uma noite encoberta e sem bússola — quer dizer, não haveria como distinguir entre o norte e o sul. Deus é nosso ponto de referência para distinguir entre o mal e o bem.
Penso que Chuck Swindoll está correto quando diz: "A soberania de Deus alivia minha ansiedade. Ela não afasta minhas questões. Ela afasta minha ansiedade. Quando me apoio nisso, sinto-me liberto da preocupação". Na verdade, ele afirma: "A soberania de Deus, liberta-me da necessidade de entendimento. Não preciso ter todas as respostas. Acho fácil, em momentos críticos, dizer a certos indivíduos: 'Você sabe, eu não sei. Não posso deslindar o plano total do Senhor nisso tudo'".
Certa vez Blaise Pascal disse que o destino de Deus é ser eternamente mal compreendido. Isso, com certeza, é verdade quando surge o problema do mal. Algumas pessoas compreendem tão mal a Deus que chegam a concluir que Ele não é absolutamente bom; ao menos, não da forma que concebíamos ser seu caráter. Alguém já disse assim: "Como o mal pode ser compatível com a idéia de um Deus que é ativo no comando deste mundo? Há calamidades naturais: incêndios, terremotos e inundações. No passado, estas coisas foram chamadas 'atos de Deus'".
O sofrimento do ser humano não é novidade. Ele parece ser uma realidade sempre presente na raça humana, e isto veio a surgir em conseqüência da desobediência humana Gn. 3:5-7.
Em Jó 5.7 registra-se o seguinte: “Mas o homem nasce para o trabalho, como as faíscas das brasas se levantam para voar". Em Jó 14.1 afirma-se: "O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação”.
Há muito tempo, coisas ruins têm acontecido a pessoas boas, até mesmo com as pessoas de Deus dos tempos bíblicos. Quem pode esquecer o horrível sofrimento de Jó (ele perdeu a família e suas posses)? Davi, que estava para se tornar rei de Israel, por anos a fio, foi caçado e perseguido pelo ciumento e furioso Saul (1 Sm 20.33; 21.10; 23.8).
A esposa de Oséias foi infiel (Os 1.2; 2.2,4). José foi tratado de maneira cruel por seus irmãos e vendido como escravo (Gn 37.27,28). João Batista, a mando da enteada de Herodes, foi decapitado (Mt 14.6-10). Paulo, inúmeras vezes, foi jogado na prisão, sofreu naufrágio, foi açoitado e deixado para morto e muito mais (2 Co 11.25).
Ás vezes, os cristãos chegam a pensar que quem obedece a Deus e procura ser um bom cristão não passará por sofrimentos horríveis. Entretanto, se coisas ruins aconteceram com Jó, João Batista e o apóstolo Paulo, com certeza elas podem acontecer com os bons cristãos.
Mesmo diante de todas as coisas ruins que acontecem ao nosso redor, ainda nos falta um espírito de gratidão a Deus por tudo o que Ele tem feito em nossas vidas. O apóstolo Paulo reconheceu isso em suas tribulações: “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo”. (2Co.12:9)
Você já agradeceu hoje a Deus por está vivo? Já agradeceu a Ele por sua família está bem? Será que você teria coragem hoje de fazer uma troca de família com as vitimas do Haiti? Acredito que não! Então louve a Deus por sua vida, e saiba que os seus pensamentos não são os pensamentos do Senhor assim como diz Isaías:
“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos” .(Is. 55:8-9)
Alguns caminhos de Deus continuarão a ser um mistério para nós!
Fonte de pesquisa: RHODES, Ron. “Porque as coisas ruins acontecem se Deus é Bom.”
Daniel Tavares
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
O desejo não satisfeito

Nós fomos feitos à imagem de Deus. Temos uma capacidade interna ou, ainda, uma necessidade interna de nos relacionarmos com Deus. Deixar de fazê-lo significa falhar como ser humano. Alcançar a realização pessoal é se deixar ficar pleno de Deus. Nada que seja transitório jamais poderá satisfazer essa necessidade. Nada que não seja Deus jamais sequer aspirar a tomar o lugar de Deus. Contudo, por causa da natureza decaída do homem, existe agora uma tendência natural de procurar fazer outras coisas preenceherem essa necessidade.
O pecado no afasta de Deus e nos tenta colocar outras coisas em seu lugar. As coisas criadas são assim colocadas como substitutas de Deus. Todavia, elas não satisfazem.
Esse fenômeno é um fato conhecido desde o alvorecer da civilização humana. Em um de seus diálogos, Platão compara os seres humanos a jarros que estão vazando. De algum modo, estamos sempre incompletos. Podemos despejar coisas nos recipientes de nossa vida, mas há algo que impede que o jarro fique cheio. Estamos sempre parcialmente vazios e, por esse motivo, temos uma consciência profunda de falta de completude e de felicidade. “Aqueles que já experimentam o vazio sabem que deparam com um tipo de fome, ou vazio, peculiar; nada que é terreno pode satisfazê-lo” (Diogenes Allen).[1]
A insatisfação pode nos conduzir decididamente à estrada que nos levará à descoberta do Deus pessoal. Jean-Paul Sartre referiu-se insistentemente à verdade desconcertante de que não podemos achar felicidade em nada que seja humano ou criado.
Existe um sentimento de insatisfação em relação a Deus, e não de insatisfação com Deus, uma insatisfação com tudo o que não seja Deus e que, em última análise conduza a Deus. Sartre tem razão: o mundo não pode nos satisfazer.
Não é preciso esperar pela eternidade para experimentar Deus; essa experiência pode começar agora, ainda que de modo imperfeito. Por sermos criados por Deus à sua imagem, nós o desejamos; por sermos pecadores, não podemos satisfazer esse desejo por nossa própria conta, quer colocando algo no lugar de Deus, quer obrigando-o a vir a nós. Por isso, brota em nosso íntimo um sentimento de frustração e insatisfação.
Você já notou o que acontece quando deseja muito alguma coisa e então se consegue ela? Um emprego novo, um casa, um cônjuge, uma qualificação importante, um automóvel, um aumento de salário? Começamos a desejar essas coisas. “Quando eu conseguir tal coisa, ficarei satisfeito e nada mais pedirei da vida” Mas as coisas não funcionam desse jeito. No momento em que satisfazemos o desejo do nosso coração, já não nos sentimos mais satisfeitos. Queremos mais. Queremos Algo diferente. Um velho provérbio expressa bem esse ponto: “O melhor da festa é esperar por ela”
Quantas pessoas passam o resto de suas vidas investindo o tempo em algo que não lhes trarão conforto, nem segurança, nem paz e felicidade completa. Jovens que vão para muitas baladas ou a até mesmo o carnaval, muitos deles viram a noite em seus prazeres carnais e voltam totalmente vazios para os seus lares, muitos deles com a ressaca e desiludidos com a vida. Contudo, eles continuam a procurar novas aventuras, tentam procurar algo que venha os satisfazer os seus desejos.
Deus? quem quer saber de Deus nesta era globalizada e cheia de insegurança e crueldade. A Frieza que vem varrendo a terra tem levado a muitos ao abandono da crença em um ser eterno e pessoal.
O vazio tem dominado os corações de muitos famosos também; Quem imaginaria que Borris Becker, tenista famoso, pudesse se sentir esmagado por essa sensação de desesperança e vazio e que, por isso, quase tenha tirado a própria vida? Apesar de todo sucesso, faltava-lhe algo.
“Fui campeão em Wimbledon por duas vezes, uma delas na qualidade de tenista mais jovem a vencer ali. Eu era rico. Tinha todos os bens materiais que desejava: dinheiro, carros mulheres, tudo [...]. Sei que isso é clichê. É aquela velha história sobre cinema e artistas de cinema que cometem suicídio. Eles têm tudo, e mesmo assim são infelizes [...]. Eu não tinha paz interior. Sentia-me uma marionete.”
Esta é a realidade meu caro amigo(a), você pode ser famoso ou ter muito dinheiro. Porém saiba que isso não é tudo em sua vida. Veja o que diz a Bíblia: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mt.16:26)
Você não estará livre deste desejo insatisfeito por simplesmente ser religiosos, frenquentar por muito tempo uma igreja seja ela qual for, mas estará livre disso quando você entender quem é de fato Jesus Cristo. Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”(Mt. 11:28).
Só estaremos satisfeitos com Jesus Cristo o filho de Deus! Você tem outra opção melhor? Qual é? Me mostre? Se ela fornecer algo que irá preencher o ser humano por completo, sendo ela também melhor do que Deus, você já deveria ter publicado ou falado para o mundo que anda em busca de uma resposta para sua insatisfação.
Algumas citações aqui foram extraídas do livro: Apologética Cristã no século XXI.
[1] Diogenes ALLEN, The Trances of God (Cambridge: Cowley Publications, 1981).

